Buscar Imóveis
Todos
Todas
Todas
Barra Bonita/SP
Bauru/SP
Botucatu/SP
Cuiabá/MT
Embu das Artes/SP
Iperó/SP
Jaú/SP
Pederneiras/SP
Pirassununga/SP
Rio Claro/SP
Salto/SP
São João da Boa Vista/SP
São José do Rio Pardo/SP
São José do Rio Preto/SP
São Pedro/SP
Sorocaba/SP
Todos

Buscando...

Nenhum resultado encontrado

Tente outros termos ou filtros

Erro na busca

Buscar Imóveis
Todos
Todas
Todas
Barra Bonita/SP
Bauru/SP
Botucatu/SP
Cuiabá/MT
Embu das Artes/SP
Iperó/SP
Jaú/SP
Pederneiras/SP
Pirassununga/SP
Rio Claro/SP
Salto/SP
São João da Boa Vista/SP
São José do Rio Pardo/SP
São José do Rio Preto/SP
São Pedro/SP
Sorocaba/SP
Todos

Buscando...

Nenhum resultado encontrado

Tente outros termos ou filtros

Erro na busca

Buscar Imóveis
Todos
Todas
Todas
Barra Bonita/SP
Bauru/SP
Botucatu/SP
Cuiabá/MT
Embu das Artes/SP
Iperó/SP
Jaú/SP
Pederneiras/SP
Pirassununga/SP
Rio Claro/SP
Salto/SP
São João da Boa Vista/SP
São José do Rio Pardo/SP
São José do Rio Preto/SP
São Pedro/SP
Sorocaba/SP
Todos

Buscando...

Nenhum resultado encontrado

Tente outros termos ou filtros

Erro na busca

Finanças

Planejamento financeiro, Primeiro imóvel

Como usar o 13º salário na compra do imóvel

Conteúdo por Ecovita Construtora

O 13º salário pode ajudar no planejamento da casa própria, mas não existe uma única forma correta de utilizá-lo. Dependendo da situação financeira da família, o recurso pode ser destinado à entrada, às despesas da compra, à regularização de dívidas, à formação de uma reserva ou à amortização de um financiamento já contratado.

A melhor escolha é aquela que aproxima a família da compra sem comprometer despesas essenciais nem deixar o orçamento desprotegido.

Posso usar o 13º salário na entrada do imóvel?

Sim. Depois de recebido, o 13º salário pode ser utilizado como recurso próprio para complementar a entrada do imóvel.

Uma entrada maior tende a reduzir o valor solicitado no financiamento. Isso pode diminuir a prestação ou tornar a compra mais compatível com a renda familiar.

Entretanto, o 13º salário não substitui a análise de crédito e não garante a aprovação. O valor da entrada depende do preço do imóvel, da avaliação realizada pela instituição financeira, da renda, prazo, FGTS (Fundo de Garantia por Tempo de Serviço) e de eventual subsídio habitacional.

Entenda também quanto é preciso guardar para a entrada de uma casa.

Quando o 13º salário é pago?

Para os trabalhadores contratados pelas regras da CLT, o 13º salário normalmente é pago em duas parcelas:

  • a primeira deve ser paga entre fevereiro e novembro, com prazo até 30 de novembro;
  • a segunda deve ser paga até 20 de dezembro.

A segunda parcela pode apresentar descontos previdenciários e de Imposto de Renda, quando aplicáveis. O valor também pode ser proporcional para quem não trabalhou durante todo o ano.

Por isso, o planejamento deve considerar o valor líquido que efetivamente será recebido, e não apenas o salário mensal registrado.

As regras gerais de pagamento podem ser consultadas no portal oficial do eSocial.

O que avaliar antes de usar o 13º salário?

Antes de destinar todo o dinheiro para a compra do imóvel, observe a situação atual do orçamento.

Situação financeiraDestinação que deve ser avaliada
Dívidas vencidas ou com juros altosNegociação ou quitação das pendências
Ausência de reserva financeiraFormação de uma reserva para imprevistos
Compra prevista para os próximos mesesEntrada e despesas da aquisição
Financiamento já contratadoAmortização do saldo devedor
Compra ainda sem prazo definidoSeparar o recurso e evitar gastos por impulso

A decisão não precisa ser igual para todo o valor. Uma parte pode ser reservada para a casa, enquanto outra atende uma necessidade financeira mais urgente.

1. Complementar a entrada da casa

A entrada é a parte do preço do imóvel que não será coberta pelo financiamento. Ela pode ser formada por dinheiro próprio e, quando os critérios forem atendidos, FGTS ou subsídio habitacional.

O 13º salário pode complementar uma quantia que a família já vem guardando. Mesmo quando não cobre toda a entrada, ele ajuda a aumentar os recursos próprios disponíveis.

Antes de utilizar o valor:

  1. faça uma simulação com a renda atualizada;
  2. confirme a entrada estimada;
  3. verifique quanto do FGTS poderá ser utilizado;
  4. considere as demais despesas da compra;
  5. mantenha uma reserva para imprevistos.

Não faça pagamentos ou depósitos antes de confirmar os valores, os documentos e os canais oficiais envolvidos na negociação.

Mãe e filha visitam uma casa térrea durante o planejamento da compra.

2. Pagar as despesas relacionadas à compra

Comprar um imóvel envolve outros custos além da entrada e das prestações. Dependendo da operação e do município, podem existir despesas como:

  • avaliação do imóvel;
  • ITBI (Imposto sobre a Transmissão de Bens Imóveis);
  • registro do contrato;
  • certidões;
  • mudança;
  • ligação ou transferência de serviços;
  • compra de itens essenciais para a nova casa.

Os valores e as responsabilidades variam conforme a cidade, o imóvel e o contrato. Antes de separar o 13º salário, solicite uma estimativa das despesas que ficarão sob responsabilidade do comprador.

Reservar antecipadamente esse dinheiro evita que a família precise recorrer ao cartão, ao cheque especial ou a empréstimos no momento da mudança.

3. Organizar dívidas antes de solicitar o financiamento

Para uma família com dívidas vencidas ou compromissos com juros elevados, usar parte do 13º para organizar essas pendências pode ser mais importante do que direcionar todo o valor imediatamente à entrada.

Dívidas e prestações existentes podem afetar o orçamento e a análise da capacidade de pagamento. Regularizar uma pendência, entretanto, não garante aprovação automática do financiamento.

Antes de pagar:

  • consulte os dados da dívida em canais oficiais;
  • confirme o credor e o valor atualizado;
  • compare propostas de negociação;
  • solicite o comprovante do acordo;
  • guarde o comprovante de quitação.

O Banco Central recomenda acompanhar o orçamento e considerar o custo do crédito para evitar o endividamento excessivo. Veja o Caderno de Educação Financeira do Banco Central.

4. Formar ou reforçar uma reserva financeira

Usar todo o 13º salário na entrada pode aproximar a compra, mas também pode deixar a família sem recursos para situações inesperadas.

Uma reserva pode ajudar a enfrentar:

  • despesas médicas;
  • perda ou redução temporária de renda;
  • reparos emergenciais;
  • gastos com a mudança;
  • contas iniciais da nova casa.

Não existe um valor único de reserva adequado para todas as famílias. Ele depende das despesas mensais, da estabilidade da renda e das responsabilidades de cada pessoa.

O importante é não assumir uma prestação de longo prazo sem considerar como o orçamento reagiria a um imprevisto.

5. Amortizar o saldo devedor do financiamento

Quem já possui financiamento imobiliário pode utilizar o 13º salário para amortizar parte do saldo devedor.

Amortizar significa reduzir o valor principal da dívida. Dependendo das condições do contrato, pode ser possível escolher entre:

  • reduzir o prazo restante; ou
  • diminuir o valor das próximas prestações.

Reduzir o prazo costuma proporcionar maior redução dos juros futuros, mas o resultado depende do contrato. Diminuir a prestação pode ser mais adequado para quem precisa aliviar o orçamento mensal.

Antes de decidir, solicite as duas simulações à instituição financeira e compare:

  • novo saldo devedor;
  • número de prestações restantes;
  • novo valor mensal;
  • economia estimada de juros;
  • condições e procedimentos para a amortização.

A Caixa Econômica Federal informa que seus contratos habitacionais podem permitir a redução do prazo ou do valor do encargo por meio da amortização. Consulte as perguntas frequentes sobre contratos habitacionais.

Casal calcula a amortização do financiamento com o 13º salário.

Amortizar é igual a antecipar prestações?

Não necessariamente.

Pagar antecipadamente algumas prestações futuras não é sempre a mesma coisa que solicitar a amortização do saldo devedor. Os efeitos financeiros e os procedimentos podem variar conforme o contrato.

Se o objetivo for reduzir a dívida e os juros futuros, informe à instituição financeira que deseja verificar uma amortização do saldo devedor. Peça o demonstrativo antes de realizar o pagamento.

Posso juntar o 13º salário com o FGTS?

Sim. O 13º salário pode ser utilizado como recurso próprio, enquanto o saldo do FGTS pode ser aplicado na operação habitacional quando o trabalhador, o imóvel e o contrato atendem às regras.

Na entrada, os dois recursos podem ajudar a reduzir o valor que precisará ser financiado. Depois da contratação, o FGTS também pode ser usado em determinadas situações para amortizar, liquidar ou pagar parte das prestações.

O uso dos recursos deve ser analisado separadamente. Receber o 13º salário não altera as regras do FGTS.

Confira como utilizar o FGTS na compra da casa própria.

O 13º salário pode ser combinado com subsídio?

Pode. O subsídio, quando concedido, reduz parte do valor da compra ou do financiamento. O 13º salário pode complementar os recursos próprios necessários para a entrada e outras despesas.

O subsídio não é automático nem igual para todas as famílias. Ele depende da renda, do imóvel, da localização, das regras do programa e da análise da instituição financeira.

Antes de contar com esse benefício, faça uma simulação com os dados atualizados da família.

Quanto do 13º salário devo guardar para a casa?

Não existe um percentual que sirva para todas as situações. A definição deve começar pelo valor líquido recebido e pelas despesas que precisam ser atendidas.

Considere este exemplo ilustrativo:

DestinaçãoValor
13º salário líquido recebidoR$ 3.000
Despesas necessárias de fim de anoR$ 600
Regularização de uma pendênciaR$ 500
Reforço da reserva financeiraR$ 700
Valor destinado à casa própriaR$ 1.200

Nesse exemplo, a família não utiliza todo o recurso na entrada, mas consegue avançar no planejamento sem ignorar as demais necessidades.

Os valores devem ser adaptados à realidade de cada orçamento.

O 13º salário aumenta a chance de aprovação?

O recebimento do 13º salário não garante aprovação nem é considerado automaticamente como renda mensal permanente.

O recurso pode ajudar indiretamente quando:

  • aumenta a entrada;
  • reduz o valor solicitado no financiamento;
  • permite organizar dívidas;
  • evita novos empréstimos para pagar as despesas da compra.

A instituição financeira continuará analisando renda mensal comprovada, capacidade de pagamento, documentação, histórico financeiro e condições do imóvel.

Veja quanto é preciso ganhar para financiar uma casa.

O que evitar ao usar o 13º salário?

Alguns cuidados reduzem o risco de comprometer o dinheiro antes da hora:

  • não considere o valor bruto como se fosse o valor líquido;
  • não utilize toda a quantia sem avaliar a reserva financeira;
  • não faça pagamentos por canais que não tenham sido confirmados;
  • não assuma que a simulação representa aprovação;
  • não ignore dívidas com juros elevados;
  • não antecipe prestações sem entender o efeito no saldo devedor;
  • não escolha o imóvel apenas porque o 13º cobre parte da entrada;
  • não se esqueça das despesas de documentação e mudança.

O recurso deve fazer parte de um planejamento maior, e não ser tratado como uma solução isolada.

Como planejar o uso do 13º salário?

Siga estas etapas:

  1. consulte o valor líquido previsto;
  2. registre as despesas e dívidas atuais;
  3. defina quanto precisa permanecer como reserva;
  4. estabeleça o valor que poderá ser destinado à casa;
  5. consulte o saldo do FGTS;
  6. faça uma simulação de financiamento;
  7. solicite uma estimativa de entrada e despesas;
  8. evite comprometer o recurso antes da análise;
  9. guarde comprovantes de todos os pagamentos.

Se a compra ainda não tiver uma data definida, mantenha o valor separado das despesas do cotidiano. Isso reduz o risco de utilizar gradualmente o dinheiro reservado para a casa.

Dúvidas frequentes sobre o 13º salário e a casa própria

Posso usar todo o 13º salário como entrada?

Pode, mas é importante verificar se ainda haverá dinheiro para documentação, mudança e imprevistos. Usar todo o recurso pode deixar o orçamento desprotegido.

O banco considera o 13º salário como renda mensal?

Normalmente, o financiamento considera a renda mensal comprovada dos participantes. O 13º pode ser utilizado como recurso próprio, mas não substitui automaticamente a renda necessária para assumir as prestações.

Vale mais a pena pagar dívidas ou guardar para a entrada?

Depende do custo e da situação das dívidas. Pendências vencidas ou com juros elevados podem precisar de atenção antes da compra. Compare os custos e preserve o equilíbrio do orçamento.

Posso pagar a documentação com o 13º salário?

Sim. O recurso pode ser reservado para ITBI, registro, avaliação, mudança e outras despesas que ficarem sob responsabilidade do comprador.

O 13º pode ser usado junto com FGTS e subsídio?

Pode, desde que o comprador atenda às regras do FGTS e do programa habitacional. Cada recurso tem critérios próprios.

Quem já financiou pode usar o 13º para reduzir a dívida?

Sim. É possível consultar a instituição financeira sobre a amortização do saldo devedor e comparar a redução do prazo com a diminuição da prestação.

Usar o 13º garante uma prestação menor?

Não. Ele pode reduzir o valor financiado quando aplicado na entrada, mas a prestação também depende do prazo, dos juros, da renda e das demais condições da operação.

Aplique o 13º salário em parte do seu planejamento

O 13º salário pode ajudar na compra do imóvel quando é utilizado com uma finalidade definida. O recurso pode complementar a entrada, cobrir despesas, organizar pendências ou reduzir um financiamento existente.

Antes de decidir, avalie o orçamento completo e faça uma simulação com informações atualizadas.

Conheça as etapas para comprar uma casa Ecovita e faça uma simulação.

Este conteúdo é informativo. A aprovação do financiamento, a entrada, os subsídios, as taxas e as condições dependem das regras vigentes e da análise realizada pela instituição financeira.

Fale com a Ecovita e comece sua nova história
WHATSAPP